Por que os casamentos não duram mais?

Quando me perguntam sobre casamento, costumo dizer que casamento foi feito para não durar. E não estou sendo pessimista.

Casar é unir duas pessoas diferentes, onde essas diferenças, muitas vezes não visíveis aos olhos, propiciam diversos obstáculos ao matrimônio. Elas podem ser econômicas, sociais, sexuais, de educação, de criação, religião, estilo de vida, enfim, de qualquer natureza, revelando-se ao casal um novo desafio: continuar casados!

Atualmente casamento tem mais a ver com parceria que com amor. E o dicionário concorda: parceria “é a reunião de indivíduos para alcançar um objetivo comum”. Qual é o objetivo? Para muitos, manter-se casados. Para outros dar satisfação à sociedade. Pra mim, fazer o outro feliz.

Há duas grandes mentiras que as pessoas acreditam quando se casam. A primeira é achar que o outro vai mudar depois de casado. Se sua namorada gasta muito tempo para se arrumar, sua esposa também o fará. Se seu namorado gostava de beber, seu marido vai continuar gostando. Lembre-se: Ninguém muda ninguém!

A segunda mentira é crer que você está no casamento para ser feliz. Primeiro porque o conceito de felicidade é amplo e individual, a minha felicidade pode não ser a sua. Segundo, porque no casamento não existe mais “eu”, e sim “nós”. Nossa casa, nosso carro, nossos filhos, nossos objetivos, nossa felicidade…

É lógico que precisamos entender que os tempos mudaram, e as relações também. Segundo Baumann, nos seus livros Amor líquido e Modernidade líquida, os relacionamentos de agora são mais flexíveis, se desfazem mais facilmente, são pouco duradouros. “Nada é para durar”. Resumindo e sendo direto: as pessoas trocam de relacionamento como trocam de roupas.

Entretanto, é preciso pontuar que os relacionamentos de hoje acontecem mais por afinidade que por obrigação, especialmente se os compararmos aos de outras épocas. Alguém pode sugerir que os casamentos de antigamente eram melhores porque duravam mais. E eu pergunto: eram melhores para quem? Certamente para os homens, que tinham a liberdade de ter relacionamentos extraconjugais, que não podiam ser questionados pelas esposas, e que essas, por suas vezes, suportavam caladas, pois viviam numa sociedade onde reinava o machismo.

Hoje é muito diferente? Nem tanto, mas as mulheres estão mais empoderadas, principalmente pela independência profissional frente aos maridos.

Repito: casamento é parceria, tem que ser bom para os dois lados.

De quanto tempo você precisa?

Tempo é artigo de luxo. Vale muito, muito mesmo, e não tem dinheiro no mundo que possa comprá-lo.

Quando somos crianças não o vemos passar, porque não temos a consciência de que ele existe. Não há responsabilidades, só o lúdico. Na adolescência começamos a descobrir que ele é importante, principalmente quando se espera por alguém. Nos tornamos adultos e o tempo nos diz: “Não sou infinito, use-me melhor”. E quando chegarmos à terceira idade, talvez você o abrace, sentindo gratidão ou talvez pense: “Agora é tarde demais”!

O tempo é voraz, insaciável, absoluto. Estamos sempre precisando dele, mas muitos de nós não o encontramos. Ele se esconde nos bons momentos, como num bate papo com os amigos, no afago ao filho, na conversa com os pais, no diálogo com a pessoa amada. Quando isso acontece ele passa rápido e nem percebemos…

Eu preciso de tempo para ler, escrever, organizar meus objetivos, ir ao supermercado, trabalhar, buscar o filho na escola, terminar um curso, planejar, fazer, agir, correr atrás…Preciso de tempo útil, que valha algo, que seja racional. Eis então que surge a doença, a dor, o sofrimento, e descubro que todo o meu tempo foi perdido. Não vou recuperá-lo, pois o deus Cronos nos vai devorando, minuto a minuto.

Precisamos sim de tempo inútil, para ir ao jardim e nada dizer, somente observar. Meditar, abraçar, jogar conversa fora, silenciar. Estamos envelhecendo e Cronos nos mostra isso a todo instante. Sofremos com o que os outros pensam de nós e estamos sempre fazendo algo para preencher o tempo, como se ele pudesse expandir, como um elástico. Por que necessitamos de tempo, se o que temos é desperdiçado? Para que mais tempo de vida, se vivemos de forma medíocre? É preciso refletir!

De quanto tempo precisamos? Um minuto, uma hora, um mês, um ano? Olhe para dentro de você e pergunte-se como está sendo gasto o seu tempo. Neste exato momento, estaria eu perdendo o meu tempo escrevendo este texto?

Penso que não, pois estou gastando o meu tempo fazendo o que gosto…

O novo te assusta?

Mudar. Começar do zero, inovar, reinventar…Isso tudo te apavora? A mim sim.

Um novo emprego, um novo relacionamento, um novo endereço, uma nova forma de viver a vida. Parece assustador e é, mas precisamos acostumar com aquilo que não conhecemos e que, aliás, só vai ser conhecido se aceitarmos, praticarmos e vivermos o novo momento.

Lembra do seu primeiro emprego? Tudo foi novidade, porque você nunca havia trabalhado. E aí quando você se acostumou com o trabalho, com os colegas, com o chefe e com o ambiente da empresa, acabou sendo demitido ou pediu pra sair, querendo alçar novos voos.

O novo é assim, aterrorizante! E quando falamos de novas tecnologias? Há pessoas que não estão em redes sociais por medo do novo. O medo de ter sua vida pessoal invadida. O não saber manusear o celular. Trocar de aparelho? Nem pensar! Um novo é muito caro (é a desculpa), mas na verdade é que um novo smartphone vai exigir maior esforço, porque tudo que é novo é diferente, e dá trabalho.

Acreditamos que nunca vamos nos adaptar ao novo. E no início comparamos o atual com o antigo. Seja o(a) namorado(a), o celular, o chefe, o emprego, a cidade, enfim, vamos sofrendo, até que o tempo, senhor de tudo, nos vai acalmando e dizendo: “Tá vendo, não falei que ia dá certo”?

O novo é assim…aparece, convida e espera. E enquanto não entendemos que mudar é necessário, que o velho, muitas vezes, é mais do mesmo, ou que em nada nos agrega, vamos vivendo na comodidade de nossas cavernas.

Quem é o outro?

O outro é alguém que está fora de mim. Ele pode ser real ou imaginário. Real quando posso tocá-lo ou quando ele faz parte da minha realidade. Imaginário quando penso que ele existe, mas não o conheço, e talvez nem queira conhecê-lo.

A relação que temos com o outro diz muito sobre nós. Penso que existem dois aspectos relevantes no que diz respeito ao outro. Vamos a eles.

O outro enquanto ser inexistente. Esse outro não existe, pelo menos pra mim. Aliás, ele pode até existir, mas nunca o vejo, talvez porque eu olhe só pra dentro e nunca pra fora. Esse outro na realidade é uma sombra da qual tento me esconder, mas que me persegue. Esse outro não me interessa, pois não faz parte da minha vida. É um transeunte qualquer, que desconheço, que ignoro, que só existe porque é um número.

O segundo outro é o que eu me importo. É aquele a quem eu devo e dou satisfações. Me visto por causa dele, mudo de opinião, faço ou deixo de fazer algo por interesse dele. Esse outro toma meu corpo e minha mente e guia meus passos por caminhos que muitas vezes não desejo, mas que assim mesmo sigo, porque não sou mais eu quem toma as decisões, não sou eu quem faz as escolhas, mas ele, o outro.

Onde está a diferença? No olhar de cada um. Ignoro, descarto, desprezo o outro quando ele não me é importante. Adulo, sigo, imito o outro quando tenho o sentimento que não sou livre e preciso desesperadamente que me desenhem um caminho, pois não consigo criar os meus. Não sei andar sozinho, e o outro é minha muleta.  

Precisamos escolher um ao outro. Necessitamos romper os grilhões com o último e abraçar o primeiro.

Com o que você se preocupa?

No mundo do trabalho ocupação refere-se às atribuições e tarefas que atualmente você desempenha. O cargo que você “ocupa” na empresa ou instituição que trabalha retrata o que você está (ou anda) fazendo cotidianamente.

Todavia, nossa vida não tem só o lado profissional, ou seja, nos ocupamos também com outras coisas, como lazer, família, educação, saúde etc. Algumas pessoas conseguem dividir essas ocupações, mantendo um equilíbrio sobre as ações, o que Aristóteles chamava de meio termo. Metade profissional, metade pessoal.

No entanto, é perceptível que muitos não conseguem alcançar esse equilíbrio, pendendo a balança geralmente para o lado do trabalho. Afinal de contas, vivemos num mundo onde o modo de vida é capitalista, no qual o mercado nos apresenta modelos de felicidade, que passamos a comprar e usar, na maioria das vezes de forma inconsciente.

Como se não bastassem os problemas da ocupação (tanto pessoal quanto profissional), o ser humano criou algo mais devastador: a “Pré-Ocupação”. Escrito dessa forma, mostra que antes mesmos de nos ocuparmos já estamos ocupados. Como assim? Quando me preocupo, eu me ocupo de algo que ainda não aconteceu, e que talvez nem aconteça. A minha preocupação traz um sentimento (ou sofrimento) que poderia ser evitado, caso ele não ocorresse.

Alguém importante disse certa vez que “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Nessa perspectiva, preocupar-se é sofrer! Quem se preocupa demais costuma não viver de forma intensa os momentos. É como aquele turista que em vez de contemplar a paisagem prefere preocupar-se em sair bem na foto. Preocupamos com o supérfluo e esquecemos de viver o que realmente importa.

Portanto, se você vai mudar de cidade ou não, se vai passar no concurso ou não, se vai casar, ter filhos ou trocar de emprego, não se preocupe! Lembre-se do conselho de Epicteto: “Se o problema possui solução não devemos nos preocupar com ele. E se não possui solução, de nada adianta nos preocuparmos”.

Em qual fase da vida você está?

A nossa vida não é um jogo de videogame, mas durante ela passamos por diversas fases, e muitas vezes nem percebemos isso. Mas a grande diferença do jogo para a vida é que só temos uma vida, infelizmente.

Algumas pessoas até tentam pular as etapas, buscando atalhos que possam levá-las a algum objetivo de forma mais imediata, mas não adianta, temos que viver (bem) cada fase da vida.

Se voltarmos no tempo, veremos que a fase de sair todos os dias, conhecer gente nova e se arriscar em grandes aventuras, já passou. Vamos chamá-la carinhosamente de “fase da loucura”. O momento agora pode ser outro, ou o que chamamos de “fase da segurança”. Se você tem um dinheiro a mais hoje, vai perceber que é melhor pagar um pouco mais pela segurança ou tranquilidade de um camarote que ficar na loucura da pista. É muito agito, muito barulho, para alguém que alcançou uma certa maturidade.

Como já disse, passamos de fase e nem percebemos. No videogame, quando isso acontece comemoramos, mas na vida real não. Estamos tão imersos na correria do dia a dia que esquecemos de comemorar a nossa evolução (ou involução para alguns). Precisamos perceber o quão importante é reconhecer a atual fase da vida, para não agirmos com infantilidade em determinados momentos, ou sermos apáticos acreditando que a vida está chegando ao seu fim.

Durante a nossa caminhada, as fases da vida nos trazem pessoas e desejos que serão relevantes, mas alguns vão durar somente aquele período, enquanto outras se eternizarão em nossas vidas. Os desejos são líquidos, fugazes e, assim que saciados, não terão mais importância. Quanto às pessoas, as que se foram estavam em outra fase da vida e não por acaso partiram. As que permaneceram fazem parte de algo maior, que eu chamo de “fase do amor”.

Por último, não fique triste ou preocupado se a fase não está boa pra você. É apenas uma fase…e ela sempre passa!

Verdade ou mentira?

Desde muito cedo fomos ensinados a não mentir ou a dizer a verdade…Sempre!

Mas será que é assim mesmo que acontece? Tenho a impressão que não. Mentimos muitas vezes para agradar aos outros. Porque agradando aos outros, eles se tornarão nossos amigos ou pelo menos seremos mais interessantes aos olhos deles. Não importa se for parente, colega de trabalho ou mesmo um desconhecido. Não diremos a verdade!

Há quem diga que existem boas mentiras e mentiras ruins. Se a esposa pergunta ao marido qual a opinião sobre a da roupa que ela acabou de vestir, tem-se duas opções: mentir ou dizer a verdade. “Está legal” é um modo de dizer que está boa, mas que poderia estar melhor. “Não gostei” é mais verdadeiro, porque a roupa pode estar boa, mas ele pode não ter gostado. “Ficou excelente” pode ser um jeito de dizer “Vamos logo, pois já estamos atrasados”.

Ninguém nunca vai saber ao certo se o outro está mentindo ou não, pelo menos naquele momento do diálogo, naquele exato instante. Quem sabe no futuro a mentira vira verdade e vice-versa.

O que sei é que sofremos demasiadamente com a opinião alheia, talvez por isso preferimos a mentira. Alguém dizer que este texto que escrevo é muito bom será um elogio, nada mais do que isso. E não vai alterar a minha vida nem a de quem disse. Mas se alguém fizer críticas mais severas ao texto, porém embasadas, vai me fazer sofrer, porque o que o outro diz me importa.

O que seria ideal? Dizermos sempre a verdade, porque poderíamos ter a certeza de que algo está em desacordo com o que pensamos, sentimos ou agimos. Mas quem poderia definir pra mim o que é a verdade? Alguém pode responder: Deus, porque Ele é o caminho, a verdade e a vida! E quem não acredita em Deus?

Quais são as suas crenças?

Crer é acreditar. É aceitar algo como sendo verdadeiro.

Se atualmente você usa a mesma marca de sabão em pó que sua mãe usava há dez anos, quando ainda morava na casa dela, te dou as boas-vindas ao mundo das crenças.

As nossas crenças possuem, entre tantas origens, três que são consideradas muito importantes. A primeira já demos o exemplo: família. Tudo que somos, fazemos ou pensamos, em grande medida está na forma como nos relacionamos com os familiares. Geralmente acreditamos em (quase) tudo que eles nos disseram e seguimos, muitas vezes, o caminho que nos foi indicado, tenha sido ele bom ou ruim.

A segunda origem de nossas crenças é a escola. Desde muito cedo somos domesticados e socializados. A ordem das carteiras, a figura do professor como autoridade, o desejo por aprender, o respeito aos colegas, a necessidade de ser aprovado e muitas vezes o caminho para a profissão.

A terceira instituição é a igreja. Temos a autoridade do pai em casa, do professor na escola e de Deus na igreja. Aprendemos a seguir os preceitos da religião e nos ensinaram que para sermos boas pessoas devemos obediência a Deus, e também amá-lo acima de qualquer coisa.

A crença é então algo íntimo, individual, pois cada um tem a sua e merece respeito. Quando a crença merece críticas? Quando ela se torna fanatismo e o indivíduo não consegue enxergar outro caminho. Quando questionamos as nossas crenças? Quando encontramos pelo caminho da vida pessoas que não tiveram o privilégio de conhecer seus pais ou ter uma família, que nunca foram “apresentadas” a Deus ou que não “venceram” na vida, e ainda assim, são pessoas de conduta ilibada e que joga por terra as nossas certezas. Como fazer para quebrar as minhas crenças? Se algumas delas te incomodam, que tal começar a estudá-las? O conhecimento surge pela dúvida, pela curiosidade, pela ação e não pelo comodismo. Se eu destruir minhas crenças serei uma pessoa mais feliz? Certamente não. O que você encontrará são explicações, mas nunca certezas.

E se eu me livrar de todas as crenças, enfim serei uma pessoa sábia? A sabedoria também é uma crença, que muitos acreditam praticar.

É bom receber elogios?

A resposta imediata seria “sim”. Quem não gosta de receber elogios?

Para provocar, cito uma frase atribuída a Santo Agostinho, que diz: “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem”.

Muitas vezes nas organizações, e até mesmo na vida pessoal, gostamos de receber elogios. Eles elevam nossa autoestima e nos trazem a certeza de que realmente somos bons.  Contudo, é preciso ter um olhar mais cético para o elogio, e uma pergunta se torna muito relevante: Quem me elogiou? Familiares, amigos, colegas de trabalho, esposo (a)? É preciso ter cautela, para que o encômio não ultrapasse os limites da vaidade.

Outra pergunta (talvez mais importante que a primeira): por que me elogiam? Quiçá para conseguir algo em troca. Se no meu trabalho, me elogiam porque escrevo bem, certamente alguém irá me solicitar que redija um texto ou documento. Da mesma forma quando recebo um elogio, passo a olhar aquela pessoa de modo diferente, talvez com um pouco mais de carinho e atenção, afinal de contas, ela me elogiou.

Corroboro, portanto, com a ideia de que se me elogiam, de algum modo serei corrompido. Primeiro, porque fui tocado pela vaidade, ao concordar com o elogio. Segundo, porque assentindo ao elogio, mudo o meu modo de relacionar com as pessoas, escolhendo sempre as que me elogiam em detrimento das outras. E por fim, crio a (falsa) expectativa que receber elogios é uma regra e que, portanto, todos os dias devo recebê-los.

Mas em algum momento o elogio nos fará bem? Sim, quando ele for sincero. E isso nós nunca saberemos…

Você já foi minoria?

A pergunta que o título traz é importante, porque nos faz refletir sobre algumas de nossas atitudes no dia a dia.

Se você faz parte de um grupo, seja ele qual for, onde os seus pensamentos, gostos e ideias são compartilhados pela maioria, a convivência se torna muito mais fácil, se não vejamos. A maioria dos seus colegas de trabalho, ou de faculdade, ou familiares, ou amigos, torcem para o mesmo time que você, são adeptos da mesma religião, possuem a mesma orientação sexual, ou pertencem à mesma classe social. Que maravilha! Possivelmente vocês se entenderão bem, pois têm características semelhantes no grupo. Mas e quando você é minoria?

A história mostra que quando se é minoria, o cenário nunca é favorável e o ambiente, seja ele qual for, se torna mais pesado. Imagine você, mulher, dizendo dentro do seu grupo de referência, que não deseja ser mãe. Ser mãe, vale destacar, parece ser uma regra incontestável… para a maioria. Imaginemos então você, homem, dizendo para os seus colegas de futebol, que você é homossexual. Já pensou? Imediatamente surgirá o silêncio e em seguida alguém fará o comentário: “Sem problemas. Somos amigos acima de tudo”. Mas sabemos que não é bem assim. A maioria vai determinar a exclusão da minoria.

Se você fizer um exercício de reflexão agora, descobrirá que em algum momento em sua vida você foi minoria. Vejamos: você não consome bebidas alcoólicas; não gosta de futebol; prefere o silêncio ao barulho; não participa das confraternizações da empresa; é fiel à sua esposa ou esposo; não acredita que o trabalho seja mais importante que sua família; não pensa que deve trabalhar os três turnos para suprir os desejos dos seus filhos; não acredita em Deus; não está nas redes sociais; não compra roupas “de marca”, etc. etc.

Nesse sentido, defendo que o respeito é essencial para a boa convivência, seja no trabalho, na escola, na rua ou mesmo em casa. Ser diferente não é pecado! Cada ser humano é único e não só fisicamente, mas na sua essência.

Portanto, precisamos entender que ser minoria é somente estar em menor quantidade, e não em qualidade. Ser minoria é ser diferente! Simples assim…