Qual caminho seguir?

Esta é, sem dúvidas, uma das maiores dúvidas do ser humano.  Qual caminho seguir?

Ao me fazer essa pergunta, a impressão que tenho é a de que existem vários caminhos disponíveis e, sendo assim, basta que eu escolha o melhor. Mas qual é o melhor caminho? Como escolhê-lo? Não há resposta única. E o problema é que muitas vezes os caminhos simplesmente não existem, ou seja, somos nós quem vamos construí-los.

Alguém pode dizer que a escolha de um bom caminho passa obrigatoriamente pela racionalidade. Sendo racional farei sempre a melhor escolha, afinal, quem escolheria sofrer fazendo uma escolha ruim? A grande questão é ter essa certeza. Temos caminhos já pavimentados, não por nós, mas pelos outros, como nossos pais e familiares, colegas e amigos. Quer ver um deles? Estudar, formar-se num curso superior, trabalhar, namorar, casar, ter filhos, ter uma casa própria e um bom carro. São esses seus objetivos? Se sim, o seu caminho já está pronto, falta apenas percorrê-lo.É um bom caminho? Não sei. A resposta é sua.

Mas é preciso sempre lembrar algo importante: somos todos diferentes! Muitos não querem seguir esse caminho. Nesse caso, o trabalho virá antes dos estudos, pois a questão financeira tem um peso maior. Outros não vão querer casar, muitos não querem ter filhos, assim como não ter uma casa própria ou um bom carro pode não ser o sonho de outros tantos. Lembrem-se: não há um único caminho!

É preciso entender que alguns caminhos já existem claramente e outros ainda não, mas, diante dessas possibilidades, é você quem deve escolher entre um e outro, assumindo o seu livre-arbítrio, a sua liberdade de escolha. Como? No dia a dia, no viver, no caminhar, na compreensão de que cada dia deve ser vivido intensamente, não pelos outros, mas por você.

Resumindo: importante mesmo é compreender que não existem caminhos certos ou errados, e que é você o responsável pelo caminhar. Quando isso vai acontecer? Quando você decidir dar o primeiro passo.

Publicado por Ralph Neves

Não sei bem me definir...Gosto de escrever, talvez porque gosto muito de ler. Sou curioso e tenho muitas dúvidas, mas não sou cético, porque acredito em muitas coisas e ao mesmo tempo não creio em nada. Muitas vezes penso que sei, e descubro que não sei nada. A frase atribuída a Descartes ajuda a me definir: "Daria tudo que sei pela metade que ignoro". Estou sempre procurando e talvez não encontre, mas o que realmente importa? Certamente é o caminho da busca...

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